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Como parei de comprar compulsivamente

junho 21, 2017
Como parei de comprar compulsivamente

No último sábado, combinei de ir ao shopping com minha prima, mãe e madrinha. Separei uma grana para poder investir em peças que eu estava afim de ter há um bom tempo e resolvi me jogar nas compras. Chegando lá, ledo engano. Não encontrei nadinha do que procurava e me senti mega frustrada. A Ana Luiza de uns tempos atrás iria se jogar nas compras abusivas, de produtos que não precisava. A Ana Luiza atual se segurou e pensou bastante antes de gastar seu suado dinheiro.

Nesse mesmo “rolê”, encontrei um macaquinho de verão perfeito para mim, não comprei pois não preciso de nenhuma peça para o calor agora. Também ví um tênis metalizado lindo na promoção, não comprei pois tenho um semelhante. Olha que evolução? Resolvi vir aqui contar algumas dicas sobre como parei de comprar compulsivamente e me livrei de algumas dívidas bobas, espero que gostem!

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Tranças e representatividade negra

junho 18, 2017
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Você já parou pra refletir na relação entre tranças e representatividade negra?

Há umas semanas uma colega minha que faz jornalismo pediu para fazer uma “entrevista” comigo para que eu falasse sobre minhas tranças. Enfim, durante as perguntas que ela me fez, houveram algumas que eu nunca tinha parado pra refletir, por exemplo: “o que as tranças significavam pra mim” ou “por quê eu comecei a usar?”

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Pra que ser infeliz das 9 às 18h?

junho 9, 2017
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Será que escolhi a profissão certa?

Quando soube que a Joana, do Futilidades, faria parte de uma matéria para a revista Glamour, bati ponto na banca para garantir a minha. Confesso que antes de ler eu nem sabia do que se tratava o texto do qual a Jô fazia parte. Sim, era sobre trabalho. Não era um texto chato corporativo, com dicas de sucesso para empreendimentos conservadores. A matéria nos conta e mostra pessoas que mudaram completamente de profissão para fazer o que realmente amam.

Tá ai uma ideia que eu compactuo. Nunca entendi o sistema brasileiro tradicional de trabalho, que nos faz ser infeliz das 9 às 18h, de segunda à sexta. Nunca almejei trabalhar em nenhum emprego formal, onde temos que bater ponto em um horário determinado, almoçar com tempo marcado, participar de reuniões chatas e nada produtivas, enfim.

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Relação entre autoestima e virgindade

junho 4, 2017
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Muito do que eu escrevo, pra não dizer tudo, é baseado no que eu vivo e nas minhas conversas com as minhas amigas e colegas. Essa semana uma amiga minha de 17 anos, vamos chama-la de Catarina, me mandou uma mensagem no WhatsApp assim: “amiga, com quantos anos você perdeu o seu V card?”.  Eu, com 21 anos, me considerava bem jovem, mas me senti uma anciã por não saber o significado dessa expressão. A primeira coisa que me veio a cabeça foi “Green Card”, nada a ver né, mas enfim, segue o baile. Eu perguntei o que seria isso e minha amiga me explicou prontamente que V card é virgindade. Inclusive, amei essa expressão, passei a aderir.

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Relação entre o instagram e autoestima

maio 28, 2017
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Vocês já pararam para pensar sobre a grande relação que o instagram e autoestima tem? Outro dia eu estava voltando do trabalho com uma amiga minha. Loira, dos olhos verdes e cabelo liso. Ela é linda. Papo vai papo vem e ai no meio da conversa começamos a falar sobre as redes sociais, e as vidas perfeitas do Instagram. Eis que ela me solta que estava realmente se sentindo muito mal, “um lixo” por se comparar tanto com as meninas que ela seguia. Ao mesmo tempo que fiquei surpresa, eu a entendi. Não foi totalmente uma novidade para mim ouvir aquilo dela.

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Revistas, representatividade e autoestima

maio 19, 2017
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Representatividade. Essa é uma das palavras que mais tem feito parte da minha vida ultimamente.

Quando eu era adolescente, isso nem faz tanto tempo assim, eu lia essas revistas que eram destinadas a garotas da minha idade, e eu não me sentia representada. Claro que com 14 anos eu não tinha essa noção. Eu não tinha claro que faltava alguma coisa para mim. A sorte é que eu sempre tive uma família muito bem engajada nas causas raciais e sociais, e sempre foram importantes nesse processo de construção de autoestima. Mas mesmo assim, não posso dizer que eu sempre fui muito bem resolvida comigo mesma. Mas por conta da minha família consegui não ter um auto-ódio tão grande.

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